Mostrar mensagens com a etiqueta Programa de treino intensivo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Programa de treino intensivo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de junho de 2008

Estórias do ginásio

Não costumo incomodar-me com os outros homens no ginásio. Sei que olham, comem com os olhos e algumas mulheres fazem por isso. Não me incomodam.
Mas hoje, foi diferente. As máquinas do step estão estrategicamente situadas de frente para a parede. Atrás, estão as bicicletas. Para quem conhece as máquinas de step, sabe que uma pessoa em cima delas fica com o rabo bem espetado. Uma bela visão para quem está a pedalar, portanto. Incomodou-me um bocadinho, só porque a fileira de bicicletas estava cheia de homens.
A mesma sensação sucedeu-se quando, de quatro em frente ao espelho e rabo espetado, elevo a perna para fazer exercícios e sinto uns olhos bem gordinhos a galarem-me o rabo.

É chato.

domingo, 27 de maio de 2007

O estranho mundo do balneário feminino do Holmes Place

Decidi, em boa hora, inscrever-me no Holmes Place, aquela cadeia de ginásios que mais parece uma seita e que envia sms intimidatórias caso a nossa assuiduidade registe quebras, do tipo, ir apenas duas vezes numa semana - se a semana tem 7 dias, ir apenas 2 constitui uma falha grave e é o primeiro indício de que estamos a fraquejar no objectivo que prometemos cumprir quando assinamos a bendita proposta de adesão. Enfim... Por várias razões, inscrevi-me. A minha primeira aula foi no Holmes de Cascais. Entro no balneário, como é a primeira vez, demoro algum tempo a descobrir o sítio das coisas. Escolho o cacifo (196), junto aos espelhos e aos secadores. Começo a equipar-me e, de repente, vejo-me rodeada de mulheres nuas, o que é normal, visto estar num balneário feminino. Mas elas estão nuas, passeiam-se pelo balneário nuas, sem toalha enrolada, secam o cabelo nuas em frente ao espelho, falam umas com as outras nuínhas, e vão juntas para os duches nuas... Eu sei que somos todas mulheres (pelo menos, aparentemente), que mamas, rabos, tufos de pêlo e depilação integral é tudo igual, mas não deixa de ser constrangedor (ainda não vi MAMAS PRETAS E GRANDES). Lembro-me que da primeira vez, fiquei especada a olhar para uma senhora a secar alegremente o cabelo em frente ao espelho com tudo ao léu. Ao princípio, estranha-se, mas depois, continua-se a estranhar até que se acaba por ignorar. É também verdade que depois acabo sempre por olhar para a outra que tem mais celulite no rabo do que eu, que tem mais barriga do que eu, e claro, as outras pirosas que têm tudo no sítio e que me fazem querer despir e vestir fechada na casa-de-banho.
Isto poderia ficar por aqui, não fosse o facto de, num ginásio, termos pessoas de todas as idades. E então, estas visões tornam-se tão mais horripilendas e dantescas quanto mais velhas elas são. Sim, porque estas também gostam de andar a mostrar as peles e aquilo que já foi um dia, um rabo e umas mamas, difíceis de distinguir agora no meio daquelas peles.



segunda-feira, 16 de abril de 2007

Tss, Tss!!

Já o disse uma vez, mas repito, que não se usa cueca / tanga preta com calças brancas. Numa mulher dá um certo ar de desleixo e, acho, de vulgaridade... Agora, num homem, é um bocado estranho, a nossa mente perversa leva-nos a pensar automaticamente que é gay. Afinal, de calça branca e tanga preta só pode. Mas se tivermos em conta que este homem é o nosso professor de Step, então, está tudo explicado.

É gay, na mesma!!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Como ficar com os nervos em franja com uma aula de yoga


Agora que se aproxima o novo ano, facto que, para mim, é irrelevante em determinados aspectos (não espero que 2007 seja melhor que 2006, não espero que me aconteça algo fantástico - até porque a Maya já previu que o meu signo vai ser o pior em 2007 - , enfim, não faço promessas nem pedidos de ano novo. O que está quase a terminar foi muito bom, muito bom mesmo, a vários níveis, por isso, não espero que se repita em 2007, até porque tudo o que é bom, acaba um dia e só acontece uma vez), decidi procurar uma actividade para me entreter. Janeiro é sempre um bom mês para começar alguma coisa nova. Pensei no yoga, por dois motivos: tenho um centro muito perto do meu trabalho e queria alguma coisa para relaxar ao final do dia. Dirijo-me ao local e peço informações, com ênfase para o facto de NUNCA ter praticado nada do género. Dizem-me que posso assistir a uma aula e até fazer uma, se quiser. Prefiro assistir, apenas, não me apetece fazer figura de ursa a tentar fazer tocar o dedo do pé na costela n.º 15. A aula decorreu a um ritmo tipo slow motion, o que, ao contrário do que eu pensava, não me acalmou. Começou a mexer-me nos nervos aquela lentidão. A música não me fez relaxar minimamente e aquelas posições são tudo menos fáceis de fazer, nem com 3 anos de prática. Digamos que se assemelham às posições do Kama Sutra, tirando meia-dúzia delas, são impraticáveis até para os artistas do Circo de Soleil. Ao fim de 30 minutos de aula, eu já estava com aquela cara de enfado misturada com uma expressão altamente nervosa e achei por bem retirar-me. Chiça, que nervos!

Moral da história: nada como uma boa aula de body combat para relaxar! Ginásio, aqui vou eu!